Regras para inscrições para o I Encontro Brasil Indígena: A Temática Indígena na Escola

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INSTRUÇÕES GERAIS PARA INCRIÇÕES

A Fundação Araporã, instituição privada de interesse coletivo, sem fins econômicos e de caráter científico, educativo e cultural, organiza nos dias 24, 25 e 26 de Setembro de 1013 o 1º Encontro Brasil Indígena, cujo tema este ano é A Temática Indígena na Escola. A proposta é articular, promover e fomentar as discussões sobre o ensino da cultura e história indígena nas escolas de ensino fundamental e médio, relacionado à implementação de Lei 11.645/08.

Passados cinco anos da publicação da lei, as ações educativas nas escolas ainda estão muito distantes do seu efetivo cumprimento, fato que envolve a necessidade de um compromisso maior dos governos nos três níveis, dos gestores escolares e dos educadores.

Assim, o I Encontro Brasil Indígena busca contribuir com o debate, promoção e troca de conhecimentos voltados para a compreensão da diversidade cultural e as práticas pedagógicas, destacando-se os seguintes objetivos:

  • Discutir a Lei 11.645/08 e as dificuldades e desafios da sua implementação na rede básica de ensino (público e privado);
  • Constituir um espaço dialógico, tendo em vista contribuir para a construção e difusão de conhecimentos relacionados à história e cultura indígena;
  • Contribuir para a formação de educadores e gestores educacionais no que se refere à temática indígena na escola, na perspectiva do multiculturalismo;
  • Estabelecer diálogos interculturais entre professores indígenas e professores não–indígenas sobre os desafios das práticas pedagógicas relacionadas ao ensino de História dos povos indígenas no Brasil;
  • Difundir ações didático-pedagógicas relacionadas ao reconhecimento, respeito e valorização dos povos indígenas;

Organização: FUNDAÇÃO ARAPORÃ

Coordenação: Dr. Robson Rodrigues e Dra. Grasiela Lima

Equipe de Apoio: Adriana Saraiva, Camila Ferreira Alves, Cleso Mendes, Flávia de Freitas Berto, Helton Galvão, Letícia Ribeiro, Luciane Alcântara, Maria Laura Scarpa, Natália Carvalho e Sara Herter.

Comissão Científica: Flávia de Freitas Berto, Grasiela Lima, Guilherme Ramos Cardoso e Robson Rodrigues.

Apoio/Parceria: ACAM/Portinari; APEOESP; CCL-FCL/UNESP-CAr; CEIMAM/UNESP; ISA (Instituto Socioambiental); MAPA (Museu de Arqueologia e Paleontologia de Araraquara); Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre; SESC; UNIP; Zanettini Arqueologia.

Data: 24, 25 e 26/09/2013 (terça, quarta e quinta-feira)

Locais: SESC, UNIP e MAPA

Araraquara/SP

METODOLOGIA DO ENCONTRO

As atividades acadêmicas, pedagógicas e culturais do 1º Encontro Brasil Indígena compreendem palestra, conferência, mesas-redondas, minicursos, oficinas, comunicações orais, exposições iconográficas e apresentação cultural voltados para a discussão e promoção de  conhecimentos sobre a cultura e história indígena no Brasil.

A diversidade de atividades propostas tem como objetivo maior investir na formação de professores e estudantes, tendo em vista as relações entre educação e cultura em sociedades multiculturais como a brasileira.

A palestra de abertura, a conferência, a mesa-redonda e o simpósio constituem-se como oportunidades de reflexão e diálogos interculturais, na perspectiva da comunicação e aprendizagem entre culturas. A participação de lideranças e professores indígenas demonstra o reconhecimento e o respeito ao protagonismo destes sujeitos nos assuntos e discussões que lhes dizem respeito, especialmente quando se trata da sua própria história e cultura.

Os minicursos e as oficinas são instrumentos fundamentais para o desenvolvimento de uma práxis pedagógica voltada para construção de saberes relacionados à temática indígena na escola, esta entendida como lócus privilegiado na formação de sujeitos capazes de respeitar o diferente a partir de princípios éticos como a justiça, a igualdade, o diálogo e a solidariedade.

PROGRAMAÇÃO

24/09 – Terça-Feira

Local: SESC

Exposição Fotográfica:

Harald Schultz: Fotógrafo Etnógrafo – MAE/USP

18:00 HS.

Credenciamento

19:00 HS

Atividade CulturalDança da Ema – Indígenas da etnia Terena – Aldeia Ekeruá/Araribá-Avaí/SP

19:30 HS

Sessão Solene de Abertura: mesa de autoridades, convidados e representantes de instituições apoiadoras do evento

20:00 HS.

Palestra de Abertura – Povos Indígenas no Brasil: diversidade, resistência e emancipação

Palestrante convidado: Marcos Terena

25/09 – Quarta-Feira

Local: UNIP

8:30 HS.

Mesa-Redonda –  A  Educação Escolar Indígena: diálogos interculturais

Convidados: professores indígenas das etnias Terena, Tupi-Guarani, Kaingang e Krenak

10:45 HS às 12:45 HS.

Minicursos

  1. 1.    Formação de Professores, Sociodiversidade, Currículo, História e Cultura Indígena

(Módulo I)

Prof. Dr. Robson Rodrigues (GEA/CEIMAM/UNESP-CAr; Fundação Araporã)

Profª. Drª. Grasiela Lima (FIJ; VIDHE/CLADIN/UNESP-CAr; Fundação Araporã)

  1. 2.    Contribuições da Arqueologia para Enfoques Multiculturais em Educação

(Módulo I)

Profª. Drª. Solange Schiavetto (FAE/UEMG; IFCH/UNICAMP; Fundação Araporã)

  1. 3.    Sociedades Indígenas Hoje

(Módulo I)

Profª. Drª. Silvia de Carvalho (CEIMAM/UNESP-CAr; Fundação Araporã)

  1. 4.    Os Óculos do Pajé: literatura e educação

(Módulo I)

Profª. Drª. Niminon Suzel Pinheiro (UNIRP; Fundação Araporã)

Exposição Temporária:

Escola Estadual Indígena Índia Vanuíre – Oficinas de Alimentação e Armadilhas

14:00 HS. às 16:30 HS.

Minicursos

  1. 1.    Formação de Professores, Sociodiversidade, História e Cultura Indígena

(Módulo II)

Prof. Dr. Robson Rodrigues (GEA/CEIMAM/Fundação Araporã)

Profª. Drª. Grasiela Lima (FIJ/Fundação Araporã)

  1. 2.    Contribuições da Arqueologia para Enfoques Multiculturais em Educação

(Módulo II)

Profª. Drª. Solange Schiavetto (FAE/UEMG;IFCH/UNICAMP; Fundação Araporã)

  1. 3.    Sociedades Indígenas Hoje

(Módulo II)

Profª. Drª. Silvia de Carvalho (CEIMAM/UNESP; Fundação Araporã)

  1. 4.    Os Óculos do Pajé: literatura e educação

(Módulo II)

Profª. Drª. Niminon Suzel Pinheiro (UNIRP; Fundação Araporã)

19:30 HS.

Local: SESC

Conferência –  A Temática Indígena na Escola e a Lei 11.645/08

Conferencista convidado: Daniel Munduruku

Exposição, venda e noite de autógrafos dos livros de autoria de Daniel Munduruku

26/09 (Quinta-Feira)

Local: UNIP

8:30 HS.

Simpósio – A Temática Indígena na Escola – material didático e práticas educativas: o que dizem os educadores e os dirigentes de educação

Convidados: representantes da Secretaria Estadual de Educação, Secretaria Municipal de Educação/Araraquara; APEOESP (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), ISA (Instituto Socioambiental) e RompeNuve Consultoria Socioambiental.

10:45 HS. às 12:45 HS.

Oficinas

  1. 1.    Cerâmica Indígena: técnica do acordelado

Profª. Maria Laura Scarpa (GEA/CEIMAM/UNESP-Car; Fundação Araporã)

Profª. Adriana Saraiva (GEA/CEIMAM/UNESP-CAr; Fundação Araporã)

  1. 2.    Musicalização Indígena para Professores

Profª. Rafaela Rabesco (Secretaria Municipal de Educação/Araraquara}

  1. 3.    Diversidade étnica e representação gráfica: técnicas de isogravura

Profª. Talita Catini (GEA/CEIMAM/UNESP-CAr; Fundação Araporã)

  1. 4.    Questão Indígena: O que não ensinar na escola

Profª. Cássia Santos (Secretaria Municipal de Educação/Araraquara)

  1. 5.    Jogos, Brinquedos e Brincadeiras: um olhar lúdico para a questão da diversidade étnica no espaço escolar

Profª. Drª. Suselaine Zaniolo Mascioli (UFSCar; UNIP; FIJ)

14:00 HS. às 16:30 HS.

Comunicações Orais:

Apresentação de trabalhos de educadores e pesquisadores sobre as iniciativas educacionais na rede básica de ensino sobre a temática indígena (história e cultura).

INSTRUÇÕES GERAIS PARA INSCRIÇÕES

  1. O sistema de inscrição é feito por meio eletrônico, tanto para ouvintes como para apresentadores de trabalho. Todos os itens destas instruções gerais devem ser lidos e devidamente preenchidos para evitar eventuais irregularidades nas inscrições;
  1. Modalidades de inscrição:
  • Apresentador de trabalho: de 20 de Agosto a 05 de Setembro.
  • Ouvinte: de 15 de Agosto a 24 de Setembro

Minicurso: de 20 de Agosto a 24 de Setembro

Oficina: de 20 de Agosto a 24 de Setembro

  1. Investimento: R$ 20,00

O pagamento deverá ser realizado por meio de depósito bancário:

Fundação Araporã

Banco do Brasil

Agência: 2979-3

Conta Corrente: 13.137-7

Obs.: O comprovante de pagamento deverá ser apresentado no ato do credenciamento.

  1. O certificado de participação será emitido somente aos presentes em 75% das atividades do Encontro.
  1. Só serão aceitos trabalhos de até dois autores, sendo que pelo menos um deles deverá estar presente no Encontro e apresentar o trabalho para fins de recebimento dos certificados.

 

  1. Os autores de resumos aprovados devem enviar, até o dia 22 de Novembro do corrente ano, o trabalho completo para publicação em Revista
    Eletrônica da Fundação Araporã.
  1. As normas para a publicação do trabalho completo serão posteriormente enviadas aos autores via e-mail.
  1. Outras Informações:

http://fundacaoaraporagea.wordpress.com/

encontrobrasilindigena@gmail.com

 

ORIENTAÇÕES PARA ENVIO DE TRABALHOS

A seleção dos trabalhos para apresentação oral será realizada com base na avaliação dos resumos que devem ser enviados até 05 de Setembro de 2013 para o e-mail:

encontrobrasilindigena@gmail.com

Os resumos devem tratar necessariamente da temática pertinente ao ensino da história e cultura indígena na escola, como preconiza a Lei 11.645/08.

A divulgação dos trabalhos aprovados será em 12 de Setembro.

No campo assunto do e-mail deve estar o título do trabalho.

Normas para envio de resumos

- Limite mínimo de 400 e máximo de 600 palavras

- Sugere-se que o resumo contenha introdução, objetivo(s), métodos, resultados/discussão e considerações finais;

- Formatação: título em caixa alta; autor/es (à direita); dados da identificação, instituição, titulação e e-mail (no rodapé);

- Fonte: Arial, normal,  tamanho 12, espaçamento simples;

- Alinhamento justificado;

- Parágrafo único; sem bibliografia; sem notas; sem figuras (apenas texto);

- Depois de uma linha de espaço, deve-se acrescentar de três a cinco palavras-chave.

- Margens: superior e esquerda, 3 cm; inferior e direita, 2 cm;

MINICURSOS E OFICINAS

As inscrições em mini-cursos e oficinas são específicas.

Para inscrever-se em mini-curso e/ou oficina, o interessado deve escolher 3 (três) entre as opções listadas na ficha de inscrição, classificadas em 1ª, 2ª e 3ª opções. Caso o mini-curso e/ou oficina escolhido em 1ª opção seja cancelado por não atingir o número mínimo exigido de participantes, ou atingir o máximo de participantes, o inscrito será realocado no mini-curso escolhido em 2ª opção, e assim sucessivamente.

Relação dos Minicursos:

  1. 1.    Formação de Professores, Sociodiversidade, Currículo, História e Cultura Indígena

(Módulos I e II)

Prof. Dr. Robson Rodrigues (GEA/CEIMAM/UNESP-CAr; Fundação Araporã)

Profª. Drª. Grasiela Lima (FIJ; VIDHE/CLADIN/UNESP-CAr; Fundação Araporã)

Objetivos: Discutir o saber da escola e a formação de professores num cenário de transformações e novas demandas sociais, tendo em vista uma nova prática educativa. Levando-se em consideração a legislação, os documentos e as diretrizes educacionais atuais como a LDB, os PCNs, a Coleção Indagações sobre o Currículo, e em especial a Lei 11.645/08, busca-se destacar, de forma geral, as orientações pedagógicas relacionadas à questão do reconhecimento e respeito à sociodiversidade brasileira. O foco principal é a temática indígena no currículo, dentro de um contexto das influências dos estudos multiculturais e das ações dos movimentos sociais emancipatórios a partir dos anos oitenta. Sendo assim, a proposta é (re)pensar a História do Brasil na perspectiva do reconhecimento da sociodiversidade dos povos indígenas, seu protagonismo político e sua riqueza cultural, destacando-se os princípios éticos do respeito ao diferente e aos valores fundamentais da democracia, dos direitos humanos e da interculturalidade. Dessa forma, entende-se que a escola apresenta-se como um lócus de construção de conhecimentos que promove os direitos das sociodiversidades, a socialização dos múltiplos saberes e exige um fazer pedagógico fundamentado na ação reflexiva sobre a própria prática.

Número de Participantes: 30

  1. 2.    Contribuições da Arqueologia para Enfoques Multiculturais em Educação

(Módulos I e II)

Profª. Drª. Solange Schiavetto (FAE/UEMG; IFCH/UNICAMP; Fundação Araporã)

Objetivos: O minicurso viabilizará a discussão de trabalhos que abordam a diversidade cultural em diversos contextos educacionais. Faremos um breve histórico e definição do multiculturalismo e sua crescente adoção em pesquisas na área de Educação. Considerará, também, a contribuição das reflexões advindas da Arqueologia para a abordagem das identidades do passado e do presente nos diversos níveis de ensino.

Para atingir os objetivos propostos, o minicurso passará pelas seguintes atividades:

  • Definição de multiculturalismo e sua inserção na educação formal;
  • abordagem das leis 10.639/03 e 11.645/08, que tratam da obrigatoriedade de se discutir História e Cultura Africana, Afro-Brasileira e Indígena nas escolas;
  • Contribuições da Arqueologia para abordagens multiculturais em educação no contexto brasileiro.

Número de Participantes: 30

  1. 3.    Sociedades Indígenas Hoje

(Módulos I e II)

Profª. Drª. Silvia de Carvalho (CEIMAM/UNESP-CAr; Fundação Araporã)

Objetivo: Demonstrar que as sociedades indígenas tem, até hoje, um manejo reequilibrado da natureza.

Número de Participantes: 30

  1. 4.    Os Óculos do Pajé: literatura e educação

(Módulos I e II)

Profª. Drª. Niminon Suzel Pinheiro (UNIRP; Fundação Araporã)

Objetivos: pensar os livros didáticos não apenas como instrumentos pedagógicos pois eles também são produtos de grupos sociais que, por meio dos livros, buscam perpetuar as identidades,  os valores, os conhecimentos, as tradições, enfim a cultura dos grupos. No momento atual, valorizar esse instrumento pelo seu viés antropológico e etnográfico é contribuir para que as transformações da sociedade sigam no rumo da valorização da sociobiodiversidade, do empoderamento dos povos das florestas, cerrados, ribeirinhos, quilombolas e outros segmentos sociais até hoje destituídos das decisões políticas e gestoras.

Número de Participantes: 30

Relação das Oficinas:

  1. 1.    Cerâmica Indígena: técnica do acordelado

Profª. Maria Laura Scarpa (GEA/CEIMAM/UNESP-CAr; Fundação Araporã)

Profª. Adriana Saraiva (GEA/CEIMAM/UNESP-CAr; Fundação Araporã)

Objetivo: Compreender os aspectos materiais do patrimônio cultural indígena, esperando que se ampliem as informações, gerando outros significados e significantes da cultura material e imaterial.

Número de participantes: 25

  1. 2.    Musicalização Indígena para Professores

Profª. Rafaela Rabesco (Secretaria Municipal de Educação – Araraquara)

Objetivos: pretende-se com a realização deste projeto fazer com que professores da rede pública conheçam e experenciem elementos fundantes da musicalidade indígena ligada aos seus instrumentos mais tradicionais, às suas formas de expressão musicais e músicas cantadas de diversas etnias, bem como possam desenvolver habilidades e atividades com os alunos atendendo à implementação da Lei 11.645/2008 que torna obrigatório o ensino da cultura e história indígena. Assim, através do trabalho de descoberta da voz, dos exercícios de respiração, da busca da concentração, do contato com a arte e com culturas distintas, pretende-se que este trabalho de musicalização promova, além da socialização entre os participantes da oficina num aprendizado de convivência em grupo, um despertar à cultura indígena brasileira e uma descoberta de si mesmos e de suas potencialidades através do canto e da prática musical.

Número de participantes: 25

  1. 3.    Diversidade étnica e representação gráfica: técnicas de isogravura

Profª. Talita Catini (GEA/CEIMAM/UNESP-CAr;Fundação Araporã)

Objetivos: criar uma forma de acesso à diversidade dos povos indígenas, através da arte gráfica de alguns grupos específicos. Em uma tentativa de aproximação do universo das comunidades indígenas, a arte mostra-se como uma via interessante para entrar em contato com essa realidade diversa.

A Arte indígena marca sua identidade, sua forma de organização e também revela a relação entre o tradicional e as inovações da dinâmica cultural. Tanto o grafismo em objetos como a pintura nos corpos não obedecem a padrões únicos, são expressões distintas de povos também distintos.

Para tanto, apresentamos uma possibilidade didática para educadores com o intuito de transmitir conhecimentos atualizados sobre a temática indígena. A oficina de isogravura (feita com a técnica da xilogravura em isopor) traz uma dinâmica prática que auxilia os educadores e educandos a se apropriarem do conteúdo e ressignificá-lo através desta técnica.

Número máximo de participantes: 25

  1. 4.    Questão Indígena: O que não ensinar na escola

Profª. Cássia Santos (Secretaria Municipal de Educação/Araraquara)

Objetivo: Contribuir para uma reflexão crítica sobre a representação dos povos indígenas na escola, possibilitando a percepção de seres humanos reais com cultura própria, por meio da proposta de maneiras alternativas de trabalhar a temática indígena nas escolas, desconstruindo desta forma estigmas, modelos e generalizações, valorizando o diálogo entre as diferenças e a construção de um conhecimento mais próximo da realidade indígena.

Número de participantes: 25

  1. 5.    Jogos, Brinquedos e Brincadeiras: um olhar lúdico para a questão da diversidade étnica no espaço escolar

Profª. Drª. Suselaine Zaniolo Mascioli (UFSCar; UNIP; FIJ)

Objetivos: Pretende-se com a temática da oficina que os participantes possam analisar as possibilidades teórico-metodológicas do brincar no ambiente escolar como estratégia pedagógica para se abordar a diversidade étnica, assim como, refletir sobre o papel do educador que anseie desempenhar uma ação pedagógica centrada na ludicidade e no respeito às diferenças

Número de participantes: 25 participantes

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Sobre Fundação Araporã - GEA

A Fundação Araporã tem como objetivo promover o desenvolvimento científico, tecnológico, institucional, bem como a construção de conhecimentos no campo do ensino, pesquisa, extensão e assessoria técnica e social, especialmente voltados para as demandas dos povos indígenas, o desenvolvimento etnoambiental, a etnoarqueologia e a educação patrimonial.
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6 respostas para Regras para inscrições para o I Encontro Brasil Indígena: A Temática Indígena na Escola

  1. Bruna Antunes. disse:

    A data de envio para trabalhos completos é 22 de setembro ou 22 de novembro?
    Muito obrigada.

  2. EM ARARAQUARA HAVERAH LUGAR PARA DURMIR E ALIMENTACAO INT MEU TELEFONE EH (11) 226114737 DESDE JAH AGRADECO PT

  3. Dani Campos disse:

    Como ficamos sabendo quais trabalhos foram aprovados ou não? Apenas por e-mail?

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